quarta-feira, 7 de agosto de 2019
terça-feira, 2 de julho de 2019
Meio ambiente
Dados são de sistema do governo que fiscaliza focos de desmatamento.
Há 55 minutosNatureza
Desmatamento (Blog N. 355 do Painel do Coronel Paim) - Parceria: Jornal O Porta-Voz
domingo, 26 de maio de 2019
terça-feira, 23 de outubro de 2018
Odilon assume liderança na reta final
Com 52,5% Odilon assume liderança na reta final, diz pesquisa IPEXX Brasil
O candidato ao governo do Estado, juiz Odilon de Oliveira, já aparece na frente do oponente, Reinaldo Azambuja (PSDB), nesta reta final e agora está em primeiro, de acordo com pesquisa divulgada nesta segunda-feira, 22, feita pelo Instituto de Pesquisa Ipexx Brasil.
A pesquisa mostra Odilon com 52,52% dos votos válidos, contra 47,48% do concorrente. Nas duas análises anteriores deste segundo turno o pedetista se mostrava em segundo, mas empatado no limite da margem de erro.
A pesquisa foi feita nos 12 maiores colégios eleitorais: Campo Grande, Dourados, Três Lagoas, Corumbá, Ponta Porã, Naviraí, Nova Andradina, Aquidauana, Sidrolândia, Paranaíba, Maracaju e Coxim.
Para Odilon, as últimas pesquisas estão mais perto da realidades das ruas. “Não temos rejeição e cada dia mais as pessoas estão aderindo ao nosso projeto. No corpo a corpo sentimos isso diariamente. Nessa última semana vamos intensificar a campanha e levar nossas propostas à população, que já se decidiu pela mudança de verdade. Agora é a hora da virada”, declarou, acrescentando que os apoiadores voluntários devem continuar firmes no trabalho formiguinha de conversar com as pessoas em todo o Estado.
O nível de confiança estimado é de 95% e a margem de erro máximo estimado considerando um modelo de amostragem aleatório simples, é de três pontos percentuais para mais ou para menos. Foram entrevistados 1.040 eleitores, entre os dias 17 e 21 de outubro. A pesquisa foi registrada no TRE-MS sob o número 05585/2018.
Rejeição
O levantamento mostra que a Rejeição de Reinaldo continua maior. D e acordo com a amostragem, 35,10% dos entrevistados disseram que não votariam no candidato a reeleição de jeito nenhum, contra 25% de Odilon.
O candidato ao governo do Estado, juiz Odilon de Oliveira, já aparece na frente do oponente, Reinaldo Azambuja (PSDB), nesta reta final e agora está em primeiro, de acordo com pesquisa divulgada nesta segunda-feira, 22, feita pelo Instituto de Pesquisa Ipexx Brasil.
A pesquisa mostra Odilon com 52,52% dos votos válidos, contra 47,48% do concorrente. Nas duas análises anteriores deste segundo turno o pedetista se mostrava em segundo, mas empatado no limite da margem de erro.
A pesquisa foi feita nos 12 maiores colégios eleitorais: Campo Grande, Dourados, Três Lagoas, Corumbá, Ponta Porã, Naviraí, Nova Andradina, Aquidauana, Sidrolândia, Paranaíba, Maracaju e Coxim.
Para Odilon, as últimas pesquisas estão mais perto da realidades das ruas. “Não temos rejeição e cada dia mais as pessoas estão aderindo ao nosso projeto. No corpo a corpo sentimos isso diariamente. Nessa última semana vamos intensificar a campanha e levar nossas propostas à população, que já se decidiu pela mudança de verdade. Agora é a hora da virada”, declarou, acrescentando que os apoiadores voluntários devem continuar firmes no trabalho formiguinha de conversar com as pessoas em todo o Estado.
O nível de confiança estimado é de 95% e a margem de erro máximo estimado considerando um modelo de amostragem aleatório simples, é de três pontos percentuais para mais ou para menos. Foram entrevistados 1.040 eleitores, entre os dias 17 e 21 de outubro. A pesquisa foi registrada no TRE-MS sob o número 05585/2018.
Rejeição
O levantamento mostra que a Rejeição de Reinaldo continua maior. D e acordo com a amostragem, 35,10% dos entrevistados disseram que não votariam no candidato a reeleição de jeito nenhum, contra 25% de Odilon.
quarta-feira, 12 de julho de 2017
Polícia investiga desmatamento no Parque Estadual dos Três Picos, no RJ
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Área de 5 mil metros quadrados foi desmatada em uma área de
amortecimento do Parque.
Polícia Civil investiga o desmatamento de uma área de 5 mil metros
quadrados em uma zona de amortecimento do Parque Estadual dos Três Picos em
Nova Friburgo, Região Serrana do Rio. Na manhã desta terça-feira (4), uma
equipe da Unidade de Polícia Ambiental (UPAM) esteve no local após receber uma
denúncia e identificou o corte de árvores nativas, como embaúba.
Segundo os militares, por ser uma
área de amortecimento do Parque não pode haver corte dessas espécies na região.
O local desmatado fica no distrito de Mury que, de acordo com os policiais da
UPAM, é uma área nobre do município.
Ainda segundo a UPAM, o proprietário
do terreno não foi encontrado e o caso foi registrado na 151ª Delegacia de
Polícia, onde foi aberto um inquérito para apurar o desmatamento.
Postado por: Giovana M.
de Araújo
quinta-feira, 6 de julho de 2017
Em 11 dias, Ibama embarga
396 hectares de Mata Atlântica e aplica R$ 2,2 milhões de multas em MS
Dos 59,5 mil km² de área de Mata Atlântica original
em Mato Grosso do Sul, restam cerca de 18%. Resultado da operação Mata Viva foi
divulgado nesta quinta-feira (4).
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Durante a operação Mata Viva, o
Instituto Brasileiro de Meio Ambiente e Recursos Naturais Renováveis (Ibama)
lavrou 13 autos de infração por desmatamento e exploração florestal em
remanescentes de vegetação nativa em área do Bioma Mata Atlântica em Mato
Grosso do Sul, totalizando R$ 2,227 milhões em multas e 396,04 hectares
embargados (3,96 milhões de m²). A operação, que teve o resultado divulgado
nesta quinta-feira (4), foi realizada no período de 17 a 28 de abril.
De acordo com o Ibama,
o levantamento prévio das áreas desmatadas foi realizado pelo Núcleo de
Geoprocessamento e Sensoriamento Remoto do Ministério Público do Estado de Mato
Grosso do Sul, no âmbito da Operação Cachorro-Vinagre efetivada no ano de 2016,
que teve como objetivos apurar desmatamentos ilegais, ocorridos no período de
2013 a 2015, contemplando o Bioma Cerrado e Mata Atlântica, na Bacia
Hidrográfica do Rio Paraná, em Mato Grosso do Sul.
Dos 59.522,84 km² de
área de Mata Atlântica original em Mato Grosso do Sul, restam cerca de 18%,
incluindo os vários estágios de regeneração em áreas que eram ocupadas
originalmente por florestas, formações campestres e áreas de transição entre
cerrado e florestas.
Conforme o Ibama,
destruir ou danificar vegetação primária ou secundária em estágio médio e
avançado de regeneração no bioma Mata Atlântica é crime ambiental, cabendo
detenção de um a três anos e aplicação de multa de R$ 7 mil por hectare.
Já a supressão de
vegetação primária e secundária no estágio avançado de regeneração, de acordo
com a Lei da Mata Atlântica, somente poderá ser autorizada nos casos de
utilidade pública. E a secundária em estágio médio de regeneração nos casos de
utilidade pública e interesse social, mediante anuência do Ibama se ultrapassar
os limites de 50 ha na área rural e 3 ha na área urbana.
A supressão de
vegetação secundária no estágio inicial de regeneração do bioma Mata Atlântica
é permitida apenas através de autorização ambiental emitida pelo órgão estadual
de meio ambiente, o Instituto de Meio Ambiente de Mato Grosso do Sul (Imasul).
Postado por: Giovana M. de Araújo
sábado, 13 de maio de 2017
Proprietário rural desmata área protegida do rio Formoso, em Bonito
Desmatamento foi feito em cidade turística de Mato Grosso do Sul.
Proprietário rural ainda escavou dois tanques para andar de jet ski.
Do G1 MS
Infrator usou pá-carregadeira e máquina de esteira em paraíso ecológico (Foto: Divulgação/PMA)
Com uma pá-carregadeira e uma máquina de esteira, um proprietário rural desmatou uma área de 1 hectare às margens do rio Formoso, em Bonito – a 278 quilômetros de Campo Grande. Com águas cristalinas, que permitem uma visão nítida de peixes de diversas cores e tamanhos, o rio Formoso é uma das principais atrações da cidade turística, com atividades como mergulho. O suspeito foi autuado em fiscalização da Polícia Militar Ambiental nesta quarta-feira (5).
Com as mesmas máquinas, ele também escavou dois tanques em uma área de várzea, fora da área de preservação do rio Formoso, que disse que seriam para lazer com Jet Ski. As máquinas com que era realizada a degradação foram apreendidas e as atividades foram paralisadas.
Contra o infrator, residente em Bonito, foi confeccionado auto de infração administrativo e arbitrada multa total de R$ 15,3 mil. Ele também responderá por crime ambiental, que prevê pena de três a seis meses de detenção, além de ter sido notificado a apresentar um Plano de Recuperação de Área Degradada (Prade).
Proprietário também escavou dois tanques em uma área de várzea (Foto: Divulgação/PMA)
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